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Funasa: Diabetes

 

O DM vem sendo reconhecido como um sério problema de saúde pública em todos os países, independente do seu grau de desenvolvimento, levando-se em consideração os seguintes aspectos:

 

Prevenção

 

Aspectos Epidemiológicos do Diabetes

        A incidência do DM varia em diferentes populações. Até o final da década de 80 desconhecia-se a prevalência desta doença no nosso meio, quando foi realizado o Estudo Multicêntrico sobre Prevalência de DM no Brasil. Os principais resultados deste estudo são:

 

Tratamento do Diabetes

        Todos os DMID usam insulina. Quanto aos DMNID, é um consenso internacional que 25% dos casos requerem utilização de insulina para o seu controle metabólico. No Brasil, essa proporção é de 8%, provavelmente devido ao pouco preparo dos médicos na indicação da insulina.

        A utilização de anti-DM orais é feita por 40% dos DM adultos brasileiros, cifra ligeiramente ß à observada em países desenvolvidos. Estima-se que 40% dos DMNID podem conseguir o controle metabólico apenas com dieta apropriada.

 

Projeto Salvando o Pé Diabético

        Pé DM é uma temível complicação crônica do DM, é: mutilante; recorrente; onerosa para o indivíduo e para o sistema de saúde, é de manuseio clínico-cirúrgico complexo. É estimado que, 10-25% dos DM desenvolverão lesões nos MMII, em algum momento da vida. Estas lesões poderão evoluir para ulcerações, acarretando infecções que podem causar amputações, e às vezes, levar a morte se não forem tratadas adequadamente.

        Na maioria dos casos, as lesões dos MMII em DM podem ser evitadas, e 50% das amputações podem ser prevenidas através da implementação de ações educativas, efetivo controle metabólico e cessação do fumo.

 

Monitorização das Amputações de Membros Inferiores

        Nos EUA, 50% de todas as amputações não traumáticas ocorrem em DM, na Suécia, 32%.

 

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